O insucesso de treinadores no tricolor

Ao total na temporada de 2019, o Fluminense contratou três técnicos para comandar a equipe. Fernando Diniz, Oswaldo de Oliveira e Marcão foram os escolhidos, cada um com seu estilo de jogo definido.
Foto: Globo Esporte
Por Joubert Jr, Rio de janeiro
FutebolNews

Foi um começo animador, um bom futebol apresentado, mas sem um grande protagonismo. A posse de bola e a saída com velocidade eram características típicas da metodologia de Diniz. No início, torcida e jogadores aprovaram o padrão de jogo, porém nada acontece de um dia para o outro.

O que pode justificar o fracasso dessa prática, é a falta de tempo e a inquietação de dirigentes e torcedores. A derrota para o CSA, no dia 18 de agosto, em pleno Maracanã deu um basta na passagem de Fernando Diniz no comando técnico do Fluminense. Que mais tarde seria lamentada...

A saída de um jovem treinador, culminou na chegada de Oswaldo de Oliveira, um técnico mais "cascudo" e com experiência no mercado. E como já se esperava, não foi a solução dos problemas tricolores, pelo contrário, grande responsável de novas intrigas. Sendo a principal com o camisa dez do time. Na partida contra Santos, após ser ser substituído, Ganso chamou Oswaldo de burro. O técnico retrucou o chamando de vagabundo, um clima nada amigável ou amistoso. Algo que contribuiu muito para a saída do segundo técnico do tricolor na temporada.

Entre a saída desses dois professores, o substituto interino foi Marcão, que mais tarde seria efetivado no cargo. O atual comandante divide opiniões, mas todos concordam que uma nova troca pode decretar o rebaixamento do Fluminense. Com 35 pontos e na 17° posição, o risco de figurar na Série B do ano que vem, é cada vez mais real.

As constantes trocas e a má reposição, podem custar a vida do tricolor das laranjeiras na elite do futebol brasileiro.

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