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| Foto: LANCE! |
Por: Gabriel Santos
FutebolNews, Goiás
A CBF a cada dia deixa o torcedor da Seleção mais envergonhado. Convocações esdrúxulas, um futebol ridículo e uma falta de competitividade, afinal a Copa América não era nada mais que a obrigação.
Na convocação da Seleção para a Copa do Mundo de 2018, a sede da CBF recebia as palavras "Casa do futebol brasileiro". Mas não é de hoje que a desorganização se assemelha à casa da mãe Joana.
Desde as descobertas de corrupção no mandato de José Maria Marin, é uma bomba atrás da outra, e ninguém mais é limpó ali. É uma bagunça, uma anarquia. Essa é a melhor definição pra situação da CBF hoje, anarquia. Não tem alguém que comanda na prática, que tenta melhorar a situação catastrófica da confederação.
Se a Seleção Brasileira parou no tempo, muito se deve à uma instituição corrupta, que não sabe valorizar seus talentos e que se esqueceu como manter a organização e a transparência em seus comandos.
Para qualquer treinador que resolver assumir o Brasil após uma eventual saída de Tite, já deve saber que está sendo jogado na fogueira. Por mais belas as ideias de jogo que o mesmo tenha, ele estará fadado a entrar no carrossel dos empresários da CBF, e se tentar bater de frete, não vai durar 6 meses. Essa é a situação catastrófica que faz dia após dia a nossa Seleção perder o brilho. E isso não é culpa de um treinador ou de seus 11 titulares. A raiz do problema está em cima, naqueles que comandam ou fazem de conta que comandam a Confederação Brasileira de Futebol. Enquanto a CBF for assim, o Brasil irá se contentar apenas com Copa América e Copa das Confederações. A ordem natural das coisas.

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