Reprodução: Carl Recine/Reuters
Por: Mariane Ferreira
FutebolNews
Camisa 33 do Manchester City e
com passagem pela seleção Brasileira, Gabriel Jesus tem apenas 21 anos, mas já
conta com uma enorme bagagem no futebol.
Quem vê o menino sorridente,
fazendo gols e brilhando pelo City não imagina quão longa foi a estrada para chegar
onde está. O amor pelo futebol começou na infância. Aos 8 anos o garotinho
apareceu no campo do presídio militar Romão Gomes, no bairro de Tremembé na
zona norte de São Paulo, pedindo pra jogar pelo Pequeninos do Meio ambiente. Desde
o primeiro treino José Francisco Mamede, seu primeiro treinador percebeu que o
menino tinha muito talento.
A vida de Gabriel começou a mudar
em 2012, quando começou a jogar pelo Anhanguera, um time amador de dois empresários.
Só foi preciso oito meses só até participar de um amistoso contra o Palmeiras.
Lá foi observado por olheiros e convidado para fazer um teste no CT de Guarulhos
e com apelas 12 anos começou a treinar lá.
Durante seu período na base do
Palmeiras, Gabriel impressionou ao marcar 37 gols em 22 jogos no Paulistão
sub-17 em 2014. No ano seguinte repetiu o feito e foi muito bem na Copa São
Paulo, fazendo cinco gols em seis jogos, quando despertou o interesse de
Oswaldo de Oliveira.
A estreia no time profissional
aconteceu contra o Bragantino, no Paulistão de 2015. Com muita expectativa da
torcida Gabriel Jesus correspondeu e conseguiu a titularidade do time e
desbancou jogadores mais experientes. No final daquele ano conquistou a taça da
Copa do Brasil. No ano seguinte viu sua carreira se consagrar mais ainda, junto
com a maioridade conquistou a medalha de ouro nos jogos olímpicos do Rio em
2016.
Nesse mesmo ano de 2016 foi
vendido para o Manchester City, mas o time da Inglaterra só pode contar com o a
nova contratação após o fim do Brasileirão daquele ano.
De sua transferência para o
Manchester City até os dias atuais a carreira do Gabriel passou por altos e
baixos.
As boas atuações pelo City
fizeram o menino Gabriel ser convocado para defender a seleção brasileira em
amistosos e rendeu também convocação para a copa de 2018. Surpreendeu bastante
nos amistosos pré-copa o que lhe rendeu a titularidade na copa de 2018.
Apesar da expectativa de brilhar com
a camisa 9 da seleção, deixou a desejar e teve atuação muito apagada durante a
copa da Rússia o que gerou muitas críticas por parte dos torcedores e também
por parte da mídia.
Já em 2019 Gabriel vem recuperando o bom futebol e atuando
muito bem pelo City e é uma grande esperança para o ataque na copa de 2022.

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