Essa é uma relação que vem
crescendo muito nos últimos anos. Na Europa todos já se acostumaram com os
grandes salários oferecidos aos jogadores, mas aqui no Brasil ainda é o começo
dessa nova fase do futebol, visto que somente alguns clubes possuem um bom
desenvolvimento econômico para trabalhar.
Foto: divulgação
Por: Breno Araujo
FutebolNews
As regiões sul e sudeste do
Brasil se destacam das demais, é a zona onde abriga os mais ricos do país, no
meio do futebol. Entretanto dois clubes têm se sobressaído nos últimos tempos e
como muitos especialistas afirmam, “vivem em um mundo paralelo”.
Os clubes Palmeiras e Flamengo,
que além de contarem com o auxílio de patrocinadores milionários, recebem
grande parte da renda pela bilheteria dos jogos. As estatísticas são tão boas
que os dois já chegam a ocupar o top 30 dos clubes mais ricos do mundo.
O lado negativo dessa combinação
“perfeita” é que os clubes com alta renda acabam automaticamente sofrendo uma pressão
muito grande dos torcedores e da mídia, pela busca de atuações convincentes e a
conquista do máximo de títulos possíveis que disputar.
Porém o lado positivo é muito
atraente, você poder contar com uma estrutura ótima para os jogadores se
concentrarem, nunca atrasar o salário dos funcionários e poder fornecer tudo o
que um atleta precisa, sem dúvidas isso acaba seduzindo muito mais o jogador na
hora de contratá-lo. Sem contar com a possibilidade de repatriar jogadores de alto
escalão do futebol europeu, como tem acontecido ultimamente, para aumentar
ainda mais a qualidade do elenco.
Ter dinheiro não é garantia de
sucesso, mas times que possuem um maior recurso financeiro estão começando a se
destacar em relação aos outros. Novamente exemplificando o Palmeiras, que nos
últimos anos conquistou três títulos nacionais de expressão. E também o Flamengo,
outro time de grande investimento, que apesar de não ter ganhado títulos
importantes, sempre chega às fases finais dos campeonatos e é considerado como
um dos favoritos para vencer.

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