Ídolos incontestáveis

O seu time tem um ídolo incontestável? Aquele que quando ouve o nome bate uma saudade dos anos de ouro do seu clube? O que ninguém tem a menor dúvida de sua história, e que pode ser aquele que se dedicou a vida toda à uma só camisa, o que ajudou a conquistar diversos títulos, ou aquele que não conquistou nenhum, mas encantou do mesmo jeito.

Camila Bairros
FutebolNews


Reprodução: Santos
O Santos tem o Pelé, que chegou ao time em 1956 para fazer história. No clube paulista foram 1281 jogos e 1091 gols marcados, 10 campeonatos paulistas, quatro torneios Rio-São Paulo, seis Taças Brasil, duas Libertadores da América e dois Mundiais de Clube, além de muitos outros.


Reprodução: Acervo O Globo
O Flamengo tem o Zico, que fez com que muitas crianças recebessem o nome Arthur, homenagem ao ídolo que fez o Rubro-negro conquistar sete estaduais, quatro Brasileiros e uma Libertadores e Mundial. Em 732 jogos o meia marcou 589 gols.


Reprodução: Grêmio

No Grêmio, um atleta que foi ídolo como jogador e como treinador. Na década de 80, conquistou Libertadores e Mundial, além de dois estaduais. Quando voltou ao Grêmio para sua 3ª passagem como técnico da equipe, conquistou Copa do Brasil, Libertadores, Recopa Sul-Americana e mais um estadual, o que reforçou seu status como ídolo Tricolor. Renato marcou 74 gols em 261 jogos, e ganhou uma estátua como homenagem na frente da Arena. 



Reprodução: Lance
Ceni é o goleiro que bateu recordes. Entrou para o Guinness Book como atleta que mais defendeu um mesmo clube, superando o Pelé. Foram 1237 partidas disputadas como jogador do São Paulo, com 648 vitórias, 275 empates e 314 derrotas, um aproveitamento de 59,80% dos pontos disputados. Foi também o goleiro com mais gols marcados, 131. O que mais vestiu a braçadeira de capitão, 978. O que mais jogou o Brasileirão, 575, e o que teve mais vitórias na competição, 279. Na Libertadores, mais recordes. Maior número de jogos, 90, vitórias, 51, participações, 9, dentre muitos outros recordes. É também o maior vencedor da história do clube, com duas Libertadores, dois Mundiais, três Brasileiros e uma Sul-Americana. Em 2017 voltou ao time como treinador, mas acabou deixando o time na zona de rebaixamento após um aproveitamento de 49,5% em 37 jogos, sendo 14 vitórias, 13 empates e 10 derrotas. 


Reprodução: FoxSports
No Vasco temos Roberto Dinamite, que disputou 1022 partidas e marcou 754 gols, além de ter conquistado o Campeonato Brasileiro e cinco estaduais. Foi também presidente do clube entre 2008 e 2014, quando campeão da Copa do Brasil e passou por dois rebaixamentos. 



Reprodução: SporTV

Garrincha foi o ídolo do Botafogo, onde vestiu a camisa em 614 oportunidades e marcou 245 gols. Foram diversos títulos, entre eles dois Torneios Rio-São Paulo, uma taça dos Campeões Estaduais Rio-São-Paulo e três estaduais. 


Reprodução: Meu Timão

Pelo Corinthians, tivemos o Sócrates, também chamado de doutor por ter se formado em medicina. Foram 298 jogos com a camisa Alvinegra, 172 gols e três Paulistas conquistados. Era irmão de Raí, que foi ídolo no São Paulo.


Reprodução: Arquivo pessoal
Fábio chegou ao Cruzeiro em 1999, e ainda hoje defende a meta da Raposa. É o atleta que mais vezes atuou pelo clube, com 806 jogos, dois títulos do Brasileirão, três Copas do Brasil e seis estaduais.


Reprodução: Terra
Falcão é o maior ídolo do Inter, com 392 jogos, 75 gols, três títulos do Brasileirão e cinco do Gauchão. Virou técnico do time também em três oportunidades, sendo as três em curtas passagens, em 1993, 2001 e a última em 2016, quando foi demitido em apenas 27 dias após cinco partidas com dois empates e três derrotas. 


Faltou alguém nessa lista, torcedor?

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