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| Imagem: Rica Perrone |
Por: Rodrygo Nascimento
FutebolNews
O Flamengo na gestão de Eduardo Bandeira de Melo referência em relação à administração. Hoje cumprindo todos os seus compromissos com os jogadores e demais funcionários, conseguiu alcançar o equilíbrio financeiro, não parando por aí. Aumentou e melhorou o quadro de sócios, patrocínios mais rentáveis, com isto foi possível fazer investimentos na infraestrutura do Ninho do Urubu, contratações de peso como Paolo Guerrero, Diego, Everton Ribeiro, Diego Alves e Vitinho. O retorno de títulos ainda não veio, mas com a base os resultados já são visíveis. Com as vendas de Vinícius Junior, para o Real Madrid-ESP, e Lucas Paquetá, para o Milan-ITA, o Rubro Negro recebeu, no total, 250 milhões de reais, valor que foi, por exemplo, superior ao da cota no ano passado destinado pela Globo, que foi 199 milhões de reais. A questão agora é: O que o Flamengo pode fazer com o dinheiro da venda de Vinícius Júnior e Paquetá?
Pensando em longo prazo, a construção de um estádio próprio que, é a forma ideal para continuar lucrando ano após ano. O sentimento do torcedor tendo a própria “casa” o aproximaria mais ainda da equipe o que é viável também para a renda que seria 100% revertida ao clube. Sem a necessidade de aluguel do Maracanã e do Engenhão não precisaria aumentar o valor do ingresso e consequentemente levaria mais torcedores ao estádio, obtendo mais chances de ocupação máxima. Exemplos hoje são Grêmio e Palmeiras que conseguem com suas arenas manter a “casa cheia” e lucram com isso.
Em contrapartida, a necessidade de títulos e carências do elenco pode falar mais alto e culminar na contratação pontual para algumas posições. Os principais setores são as laterais e o centroavante. Apesar de ter um elenco extremamente valorizado nestas posições os jogadores não conseguem responder a altura. Pará e Renê constantemente criticados pelas atuações ruins causam dor de cabeça não só para a torcida, como também para o treinador. Dorival tem como opções Rodnei e Trauco que não passam confiança para assumir a titularidade. No comando de ataque ocorre a mesma situação. Com 3 centroavantes em má fase, o rodízio acontece com frequência para, quem sabe, encaixar em alguma das formações. Por estes motivos a contratação para estas posições se torna imprescindível, para quem quer disputar e conquistar títulos.

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