As ausências de Luan e Arthur prejudicaram a seleção ?

Arthur e Luan foram essenciais para o Grêmio. (Foto: Divulgação/Grêmio)
Por: Rodrigo Nascimento
FutebolNews

De forma traumática ou não, chegou ao fim mais uma Copa para a Seleção Brasileira. E como em todo torneio, vem o questionamento sobre a lista dos 23 convocados, que nunca foi uma unanimidade entre os torcedores. 

Com toda certeza, após a eliminação para a Bélgica nas quartas de final, vão sobrar comentários e críticas, que até se torna bem mais fácil falar depois de uma derrota, mas será que o comandante da seleção não enxergou as carências do elenco? Antes mesmo, ele tornou público a necessidade de um ritmista, um meio campista cerebral à moda antiga, porém adequado ao futebol moderno de hoje com bastante dinamismo. Este jogador em falta na seleção pesou na partida contra a seleção belga, pois quando se precisou dessas características, nenhum jogador do plantel apresentou, e o técnico Tite não soube como mexer na equipe.

No Brasil nas últimas duas temporadas surgiu dois fortes candidatos para este posto, Luan e Arthur ambos do Grêmio. Luan um ponta de lança que joga entre os volantes e os atacantes, consegue jogar aberto por qualquer um dos flancos e já atuou como falso 9, na última libertadores em que jogou e foi campeão. Sem contar o título de melhor jogador da América que ele conquistou. Já o Arthur atua como segundo volante, mas se necessário joga como primeiro homem a frente da zaga no 4-1-4-1 ou jogando centralizado na segunda linha pelo meio. Forte e rápido, consegue aliar força com uma visão de jogo para poucos e sem contar que é um exímio passador, um dos melhores do país. Apesar do forte apelo popular para a convocação de ambos, eles foram preteridos da lista final.

Tite mostrou fidelidade aos seus jogadores de confiança. Entretanto, em uma Copa do Mundo, os melhores de cada posição precisam estar presentes e as opções escolhidas nem de longe foram as melhores. Paulinho em baixa no Barcelona, Fred e Renato Augusto vindo de contusão e Taison, que se quer foi utilizado, foram as escolhas para este mundial. Talvez tenha faltado um pouco de coragem e mais coerência para o professor. 

No momento da dificuldade, quando surgiu um adversário a altura do Brasil no torneio, sucumbiu a um forte esquema de marcação com a velocidade e justamente precisando de um jogador que mudasse o estilo de jogo da seleção naquela partida não havia ninguém com esse perfil. Não seria garantia de título se levasse a dupla gremista, mas com toda certeza teríamos a convicção que Tite teria opções melhores no banco que as atuais. Porém, como foi dito no inicio, é bem mais fácil criticar depois da derrota.

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  1. No Brasil nas últimas duas temporadas surgiu dois fortes candidatos para este posto, Luan e Arthur ambos do Grêmio. Luan um ponta de lança que joga entre os volantes e os atacantes, consegue jogar aberto por qualquer um dos flancos e já atuou como falso 9, na última libertadores em que jogou e foi campeão. Sem contar o título de melhor jogador da América que ele conquistou. Já o Arthur atua como segundo volante, mas se necessário joga como primeiro homem a frente da zaga no 4-1-4-1 ou jogando centralizado na segunda linha pelo meio. Forte e rápido, consegue aliar força com uma visão de jogo para poucos e sem contar que é um exímio passador, um dos melhores do país. Apesar do forte apelo popular para a convocação de ambos, eles foram preteridos da lista final.
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